Por causa as eleições de outubro, em julho estão suspensos novos convênios e repasses. Além disso, os prefeitos não podem, pela Lei de Responsabilidade Fiscal, assumir dívidas nos meses anteriores ao pleito, para evitar deixar os “chamados restos a pagar” para os seus sucessores.
Os programas de compra de retroescavadeiras e motoniveladoras, anunciados pelo governo, só terão efeito prático em 2013. O governo ainda a anunciou mais recursos para obras de pavimentação de vias dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), mas, novamente, o calendário vai esbarrar nas limitações do calendário eleitoral. Segundo o governo, dos 20.674 empreendimentos do PAC, 14.034 são realizados pelos municípios.(O Globo).

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