sábado, 23 de junho de 2012

CURTAS


 

 

 

 

Oposição se reúne, mas não decide


                     
A oposição não perdeu tempo e se reuniu na noite de ontem para debater o novo cenário eleitoral que se instala no Recife com o anúncio oficial da disposição do PSB de lançar candidatura majoritária na Capital pernambucana. O encontro aconteceu na residência do deputado federal Augusto Coutinho (DEM), no bairro do Pina, e contou com a presença do próprio deputado, dos quatro pré-candidatos – Raul Henry (PMDB), Raul Jungmann (PPS), Mendonça Filho (DEM) e Daniel Coelho (PSDB) – e do presidente nacional do PSDB, o deputado federal Sérgio Guerra.
Mas o encontro dos oposicionistas ainda não trouxe uma definição da estratégia a ser adotada pelo grupo no pleito municipal. Saiu da reunião apenas uma certeza: é preciso nomear representantes para gerenciar as negociações, ao invés de deixá-las diretamente a cargo dos pré-candidatos. Tomada tal decisão, um novo encontro foi marcado para a manhã de hoje na casa do deputado Sérgio Guerra, representante do PSDB, com a presença de Augusto Coutinho (DEM), Roberto Onofre (PMDB) e Marcílio Domingues (PPS).
De acordo com uma fonte da cúpula oposicionista, a nomeação de representantes e consequente agendamento de nova reunião sofreu resistência, em princípio, especialmente do deputado federal Augusto Coutinho, que pretendia definir um posicionamento já neste primeiro encontro. Mas ao final, mediante a dificuldade de estabelecer um acordo, optou-se pela ampliação das negociações. A fonte contou ainda, que Raul Henry declarou que acredita ser imperativo o estabelecimento da união do grupo, afirmando que ou lança uma candidtária únitária, com seu nome recebendo o apoio dos demais, ou apoia um outro nome estabelecido por consenso, também em torno de uma candidatura unitária pois “não via sentido em candidaturas isoladas”.
Todos os presentes se declararam dispostos a negociar, entre eles Daniel Coelho e Mendonça Filho, apontados inicialmente como possíveis causadores de entraves nas decisões do grupo.


Ex-assessores pedem para não falar à CPI


                     
João Carlos Feitoza, o Zunga, ex-assessor do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), e Lúcio Fiúza Gouthier, ex-auxiliar do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), pediram nesta sexta (22) ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorizações para ficarem calados na CPI do Cachoeira.
Os dois serão ouvidos na próxima semana na comissão que investiga a extensão das relações do contraventor goiano com o mundo político. Com os pedidos, eles querem evitar o risco de serem presos se não responderem às perguntas dos parlamentares.
Na terça-feira (26), a CPI irá sabatinar pessoas sobre a venda da casa do governador de Goiás, onde Cachoeira estava quando foi preso pela Polícia Federal em fevereiro.
Um deles é Lúcio Fiúza, ex-assessor especial de Perillo, teria presenciado o pagamento do imóvel. As informações são do Portal G1.


Serra lança slogan com defesa da gestão Kassab


                    
AE – O ex-governador José Serra será lançado candidato a prefeito de São Paulo neste domingo na convenção municipal do PSDB defendendo uma mensagem de continuidade à gestão de Gilberto Kassab (PSD).
Com o slogan Para São Paulo seguir avançando, o pré-candidato do PSDB vai explorar as realizações do período em que ele comandou a cidade (2005-2006) e as ações lançadas por Kassab. O objetivo é mostrar que a dobradinha fez mais que a gestão anterior, de Marta Suplicy (PT).
Na convenção de domingo, serão apresentadas as vitrines sociais das administrações de Serra e Kassab, como a Assistência Médica Ambulatorial (AMA).
A avaliação da cúpula de campanha é que o candidato tem de defender a administração atual, cuja aprovação entre os paulistanos está abaixo de 30%. Kassab assumiu o cargo em 2006, um ano e três meses depois da eleição de Serra, que renunciou para disputar o governo paulista. Vários integrantes da gestão Serra continuaram na administração.
Candidato pela quarta vez à Prefeitura, Serra também passará uma imagem de inovação. Aos 70 anos, é o postulante mais velho, adversário de dois novatos em disputas para cargos majoritários: Gabriel Chalita (PMDB) e Fernando Haddad (PT).



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