Por J Lemos
Na
política aprendemos a vê o reflexo do caráter real das pessoas, como já diz o
antigo ditado popular quer saber quem é a pessoa dê poder. É isto
comprovadamente que está acontecendo em Recife, com reflexos na política estadual
e nacional. Mais essa história teve um começo, agora não se pode prevê o fim. Lembra
quando o João Paulo (PT) lançou o seu “homem de confiança” João da Costa (PT), secretário
do orçamento participativo da prefeitura do Recife candidato a sucessor na gestão
petista, pois bem tudo começou ali. O João secretário era submisso, o João agora
prefeito não mais, como o próprio sobrenome dele diz literalmente virou as
costas para o João agora ex-prefeito. Foi quando o João ex-prefeito resolveu
começar o projeto de vingança, calculando e agindo estrategicamente dentro do “partido
dos trabalhadores” nos bastidores, mobilizou forças, mostrando que foi vitima
de um ato de covardia de alguém que ele confiava, evidentemente recebeu apoio
de muitos, inclusive dos donos do PT no Brasil. Esperaram quatro anos e agora a
resposta a João da Costa foi não, imagine qual era a outra resposta mais provável
que poderia ser dada, vamos mais uma vez para o ditado popular quem dar esquece
quem apanha não. Outro fato, aproveitando-se inteligentemente do momento, o
governador Eduardo Campos (PSB) declara o racha com o PT que provavelmente
agora vai sumir do mapa político nacional. Eduardo que já vem se projetando
nacionalmente para a presidência da república e vê que o momento é agora em
2014, lança chapa própria do PSB em Recife e em são Paulo fica em cima do muro,
alegando o acordo de Lula com Maluf e dará o grito oficial de independência do
PSB nacionalmente, como fez em Recife, dando um golpe histórico em Luiz Inácio e
Cia. Essa união declarada em Pernambuco, Eduardo, Jarbas e Sergio Guerra por si
só já mostra claramente qual será o quadro nos município nas eleições 2012. Agora
é esperar para vê.

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