sábado, 28 de julho de 2012

Pedro Corrêa e o mensalão: ''Nada disso ocorreu''

O ex-presidente do PP e mais tarde deputado cassado Pedro Corrêa (o último à direita) acompanha reunião do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com líderes aliados no Palácio do Planalto, em 2003. Ao lado, o ex-ministro José Dirceu, apontado como "chefe da quadrilha" no suposto esquema e, na ponta direita, o deputado Pedro Henry (MT), líder do PP à época (Foto: José Cruz/ABr)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O ex-presidente do PP e deputado cassado Pedro Corrêa (PE) (o último à direita) acompanha reunião do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com líderes aliados no Palácio do Planalto, em 2003. Ao lado, o ex-ministro José Dirceu, apontado como "chefe da quadrilha" do suposto esquema e, na ponta esquerda, o deputado Pedro Henry (MT), líder do PP à época (Foto: José Cruz/ABr)
 
 
"Nada disso ocorreu", afirma o advogado do ex-deputado federal Pedro Corrêa, Marcelo Leal, referindo-se às acusações de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro contra o seu cliente no processo do mensalão. O ex-deputado teve o mandato cassado com 261 votos, no dia 15 de março de 2006. A acusação contra o então presidente do PP foi de quebra de decoro parlamentar por ter autorizado o ex-assessor do partido, João Cláudio Genu, a sacar R$ 700 mil das contas do empresário Marcos Valério de Souza, suposto operador do mensalão.
 
O ex-presidente do PP se recusou a falar. Por telefone, Leal conversou com o G1 sobre o julgamento do mensalão, que vai começar no Supremo Tribunal Federal no dia 2 de agosto. Ele admite que o assessor de Corrêa recebeu o dinheiro, mas que era um repasse do PT para pagar advogado de um ex-deputado federal do PP do Acre e não para orientasse o partido a votar com o governo, como diz a denúncia.(Do portal G1 Pernambuco - Luiza Mendonça).

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