
O ex-presidente
do PP e deputado cassado Pedro Corrêa (PE) (o último à direita)
acompanha reunião do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com líderes
aliados no Palácio do Planalto, em 2003. Ao lado, o ex-ministro José
Dirceu, apontado como "chefe da quadrilha" do suposto esquema e, na
ponta esquerda, o deputado Pedro Henry (MT), líder do PP à época (Foto:
José Cruz/ABr)
"Nada
disso ocorreu", afirma o advogado do ex-deputado federal Pedro Corrêa,
Marcelo Leal, referindo-se às acusações de formação de quadrilha,
corrupção passiva e lavagem de dinheiro contra o seu cliente no processo
do mensalão. O ex-deputado teve o mandato cassado com 261 votos, no dia
15 de março de 2006. A acusação contra o então presidente do PP foi de
quebra de decoro parlamentar por ter autorizado o ex-assessor do
partido, João Cláudio Genu, a sacar R$ 700 mil das contas do empresário
Marcos Valério de Souza, suposto operador do mensalão.
O ex-presidente do PP se recusou a falar. Por telefone, Leal conversou com o G1 sobre o julgamento do mensalão, que vai começar no Supremo Tribunal Federal
no dia 2 de agosto. Ele admite que o assessor de Corrêa recebeu o
dinheiro, mas que era um repasse do PT para pagar advogado de um
ex-deputado federal do PP do Acre e não para orientasse o partido a
votar com o governo, como diz a denúncia.(Do portal G1 Pernambuco -
Luiza Mendonça).
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