O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, rebateu argumentos
da defesa do ex-ministro José Dirceu de que não há provas contra ele e
afirmou nesta sexta-feira (3) sem cometer “injustiça” e “sem dúvidas”
pode apontar que o petista era o chefe da quadrilha do mensalão.
Ao sustentar que o esquema também transcorreu dentro do Palácio do
Planalto, na Casa Civil controlada por Dirceu, Gurgel disse que é
difícil apontar provas perícias por conta de um hábito de chefes de
esquema de não se envolverem diretamente com integrantes do grupo, mas
atuarem por meio de interlocutores ou laranjas.
“Quase sempre ocorre com chefe de quadrilha não aparece nos atos de execução de esquema”, disse.

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