
Com a ida da presidente Dilma ao Vaticano, para a missa solene de sagração de Francisco I, amanhã, abre-se a possibilidade de reaproximação do governo brasileiro com a Santa Sé, raciocina Carlos Chagas, na sua coluna. O distanciamento, lembra o colunista, ocorreu durante o período de Joseph Ratzinger, apesar de para a posse de Bento XVI o então presidente Lula haver levado seus antecessores ainda vivos no avião presidencial. ''A opção do novo Papa pelo combate à miséria parece um bom começo em nosso relacionamento.''
Dilma Rousseff chegou por volta das 15h45 deste domingo (17) (11h45 do horário de Brasília) ao hotel Westin Excelsior, no Centro de Roma, perto da Piazza de Spagna. Ela foi recebida com um buquê de flores e disse aos jornalistas: 'Vocês sempre firmes, conseguem chegar antes de mim!'. Nesta segunda-feira (18), deve ter encontros com autoridades, ainda não definidos. Na terça (19), participa da missa que marcará o início do pontificado do Papa Francisco. Ainda não está confirmado se irá ocorrer um breve encontro com o pontífice.
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