Por J Lemos
As vezes na política algumas pessoas se fazem ou acham que somos bobos, até quem não tem um conhecimento aprofundado sobre estrategia de projeção, já percebeu que Eduardo Campos (PSB), está barganhando um cargo no executivo nacional. Ser candidato a presidente em 2014 seria voar muito alto agora, Campos sabe disso, mais ser um vice e possível sucessor de Dilma em 2018 pode ser provável, e é essa a aposta do governador.
Do blog do Magno

Os afagos que a presidente Dilma Rousseff vem fazendo no governador de Pernambuco, Eduardo Campos, como o almoço na Base Naval de Aratu, em Salvador, no último sábado (5), serviram para selar a permanência do PSB na base parlamentar do governo no Congresso durante este ano. Mas não conseguiram ainda tirar do também presidente nacional do PSB o compromisso de que ele não disputará a Presidência da República no ano que vem.
Uma coisa é o acordo para evitar conflagrações em um ano em que a presidente busca sossego para fazer um terceiro ano de governo voltado para a consolidação das obras de infraestrutura e costura de uma base aliada sólida que possa garantir sua reeleição; outra é a disputa presidencial, confidenciou ao jornal O Estado de S. Paulo um interlocutor de Eduardo Campos. No almoço de sábado ficou decidido que o PSB evitará qualquer tipo de ataques ao governo.
O governador de Pernambuco é visto no meio político como um potencial candidato à Presidência, ou em 2014 ou em 2018, o que preocupa o PT. Correligionários de Campos não escondem que o PSB, partido que mais cresceu proporcionalmente nas eleições municipais do ano passado, tem a pretensão de conquistar a vaga de vice-presidente em uma reeleição de Dilma em 2014 como um trampolim político para credenciar Eduardo Campos para um voo solo.
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